Dica 459 – O fracasso não é uma coisa negativa

maio 3, 2012

Na matéria da revista “Você S/A” que eu citei recentemente há uma referência ao erro, dizendo que o fracasso tem um componente negativo muito forte na nossa cultura. No entanto, uma das maneiras mais importantes de consolidar o conhecimento é aprender com os erros. Segundo a professora Amy Edmondson da Harvard Business School, “a maioria das pessoas não sabe como lidar com o fracasso. Elas ficam frustradas, perdem tempo pensando no que significa o fracasso, e não no que podem aprender com a experiência.” A matéria da revista diz que uma parte do problema é que as pessoas estão mais preocupadas com o que irão dizer a respeito delas. E aí a pessoa tenta esconder o erro ao invés de aprender com ele. Como a pessoa evita entender o erro, acaba cometendo o mesmo erro novamente. Ainda de acordo a professora de Harvard, “você não pode criar nada novo sem antes tentar. Além disso, é preciso aceitar que muitas dessas tentativas irão fracassar.” Ou seja, fracassar é absolutamente normal e não há nada de ruim nisso.

Uma das minhas partes favoritas dessa matéria é o que diz a professora Carol Dweck, PhD em psicologia da Univeridade Stanford: “O erro contém a pista para a melhor maneira de agir da próxima vez.” Ela ainda diz que o importante é não transformar o erro numa tragédia. “Ele é apenas um lembrete de que você é um ser inacabado.”

É isso mesmo. Somos todos seres inacabados. Você nunca vai parar de errar. Por mais que você saiba inglês sempre haverá coisas novas para aprender, e aprender é sempre um processo de tentativa e erro. E mesmo quando você já aprendeu, às vezes comete erros. A gente esquece, se atrapalha, se confunde e isso é super normal.

Para aprendermos mais e com mais eficiência, precisamos mudar a nossa atitude em relação ao erro. Fracassar é uma coisa boa, pois é um sinal de que você está tentando. O que você precisa fazer é admitir os seus erros e aprender estratégias para superar os problemas. Tem que admitir o fracasso e encará-lo como um momento de superação e também de aprendizagem.

Quando estiver estudando inglês – ou qualquer outra coisa – não tenha medo de errar. Se errar – ou fracassar – lembre-se de que está um pouco mais perto do acerto. Reflita sobre o seu erro. Pense em como chegou lá e quais serão os caminhos para acertar. Isso é importantíssimo para você aprender mais e melhor.

Até a próxima,

Carlos

Dica 458 – Um desafio para você

abril 28, 2012

Brincar com as palavras é uma excelente maneira de aprender uma língua. Mesmo na nossa língua materna nós gostamos de fazer isso. Você nunca tentou dizer uma frase ou uma sequência de palavras várias vezes em seguida?  Embora seja difícil, é divertido e ficamos tentando muitas vezes até conseguir. E quando finalmente conseguimos, sentimos um prazer todo especial.

Desafios são bons, e tentar superar os nossos limites é sempre positivo. Por isso estou lançando para vocês este desafio.

No primeiro episódio do seriado “Suburgatory”, a personagem Tessa (vivida por Jane Levy) fala uma frase de uma forma incrivelmente rápida. Será que você consegue falar como ela? Mesmo para um nativo isso já é rápido demais, e imagino quanto tempo a atriz Jane Levy ficou treinando até conseguir falar. Para alguém que ainda está aprendendo inglês é muito mais difícil, mas não impossível. É só tentar que uma hora você consegue. Assista ao vídeo:

É claro que é difícil – ou não seria um desafio! Para você conseguir vai ter que praticar muito. Não desista. Pratique, pratique e pratique que no final você vai conseguir. Pode ser que você consiga depois de 30 vezes, 40 vezes ou até 200 vezes. O número de repetições varia de pessoa para pessoa. O importante é você chegar lá. Se puder, depois me escreva contando quanto tempo você precisou praticar até conseguir.

Boa sorte e divirta-se!

Até mais,

Carlos

Dica 457 – É preciso começar

abril 23, 2012

Esta frase me chamou a atenção no facebook neste início de semana:

Você não precisa ser incrível para começar, mas você precisa começar para ser incrível.

Pensando bem, é um grande verdade. Eu já ouvi muitas pessoas dizerem que não estudam inglês porque são ruins de inglês. Isso é um contra-senso! Você não precisa ser bom em inglês para começar a estudar. Mas depois que você começar a estudar e aprender, você vai começar a ficar bom, e daí para a frente vai ficar cada vez melhor. E isso não é só para o inglês. É para tudo que vamos aprender.

Uma das coisas que impede o aprendizado é nossa dificuldade em nos mostrarmos vulneráveis. Parece que mostrar aos outros que não sabemos algo é um sinal de fraqueza. Não é! Todos somos ruins no início e a com a prática vamos melhorando. Se não fosse assim, um bebê nunca começaria a andar, pois ele ia achar que andava mal. Mas o bebê aprende a andar, mesmo que no começo ande meio cambaleando, mesmo que leve muitos tombos, porque ele não pensa que está andando mal. Ele pensa que está cada vez andando melhor, e que é melhor andar do que engatinhar.

Quando estamos aprendendo inglês é normal falar errado, esquecer as palavras, dizer coisas sem sentido. Todo mundo passa por isso – até os nativos quando aprendem a própria língua. Por isso não tenha vergonha nem medo e não se sinta mal por não ser bom em inglês. Com o tempo você vai ficar bom. É só olhar para frente e se esforçar!

Até a próxima,

Carlos

Dica 456 – Dica da Tatiani

abril 19, 2012

A Tatiani Loro foi minha aluna e sempre foi muito esforçada e dedicada para aprender inglês. A aula que ela fazia uma comigo era uma aula extra de conversação que os alunos podiam ir fora do horário das suas aulas. Não era bem uma aula. Era uma sala onde os alunos ficavam conversando em inglês, e o professor ia só mediando ou propondo tópicos. Mesmo sendo gratuita para os alunos da escola, a grande maioria dos alunos não frequentava. Os que iam constantemente, como a Tatiani, se desenvolviam muito mais no inglês.

Aqui vai a dica que ela me enviou comentando a minha dica 454:

“Oi Carlos!

Como eu não uso o inglês no meu trabalho, eu não tenho a prática :-( . Para minimizar isto, vivo pensando em inglês, procuro não ler as legendas e assinei uma revista americana. Receber mensalmente uma revista em inglês é o jeito que achei de ficar em contato com a língua, aprender vocabulário novo e ver tendências, além de entender mais da cultura americana. Sem contar que revista lá é muito barato. O frete sai quase 3x o que se paga para assinar a revista, mas mesmo assim o valor compensa mais do que assinar a mesma publicação no Brasil.

Fica a dica!!”

Como ela confirma, praticar é fundamental!

Obrigado, Tati, pela contribuição, e parabéns pelo seu esforço para aprender inglês!

Até a próxima,

Carlos

Dica 455 – Tome as rédeas do seu aprendizado

abril 18, 2012

Saiu um artigo muito bom escrito pela psicóloga Rosely Sayão no caderno Equilíbrio da Folha de São Paulo do dia 17 de abril de 2012. Nele ela comenta, um tanto indignada, que com a correria do mundo moderno, hoje as pessoas contratam profissionais para fazer tudo por elas. No caso, ela fala de um serviço que faz tudo para casais grávidos, desde organizar tudo na casa, tirar fotos e até atender os desejos da mulher grávida no meio da madrugada. Com tantos serviços terceirizados, o casal nem curte a gravidez. Não é divertido tirar as fotos da barriga da mulher crescendo e ir mostrando aos amigos? Não faz parte da vida de marido sair de casa para atender o desejo da sua amada? Qual a graça de deixar outros fazerem tudo para você? Como pergunta Rosely no final do seu artigo: “Por que mesmo as pessoas querem ter filhos?”.

Essa é uma tendência do mundo moderno, infelizmente. Nós estamos deixando de fazer muitas coisas, e por isso mesmo nos tornando cada vez mais incapazes de fazê-las.

As pessoas que são muito ocupadas e que fazem muitas coisas diferentes no mesmo dia, sempre conseguem fazer mais se for preciso. Outras que fazem tão pouco não conseguem tempo para mais nada. Isso é bem sintomático. Quanto mais a gente faz, mais conseguimos fazer. E vice-versa.

Vamos falar sobre aprender inglês agora. Eu não me canso de falar que para você aprender, você precisa agir. Não adianta alguém agir para você. Não dá para alguém aprender por você. Aprender é um processo solitário. Mesmo que você estude com alguém e pratique com alguém, é você quem vai aprender a sua parte. Quando a “ficha cai”, ela cai dentro da sua cabeça.

Numa sala de aula, às vezes um aluno não consegue fazer um determinado exercício e copia a resposta de outro aluno. Ele terceirizou a sua resposta, mas não aprendeu. Quando ele precisar falar aquilo ele não vai saber. Eu tinha um aluno, executivo de uma multi-nacional, que pedia para a sua secretária escrever as suas redações. As redações eram ótimas, mas eu não vou trabalhar para ler redações ótimas – para isso eu leio livros na minha casa. Eu vou trabalhar para ler redações que ainda não estão muito boas e ajudar os alunos a melhorá-las. Isso fará com que eles aprendam a escrever. Esse meu aluno nunca vai escrever um e-mail ou relatório profissional. Sempre vai precisar que a secretária escreva por ele. É uma pena, pois se ele aprendesse seria muito melhor para ele. Será que quando ele viajar para o exterior vai levar a secretária junto para servir de intérprete? Não seria melhor ele falar sozinho?

Eu dei aula num colégio particular de alto nível e via babás e motoristas descerem dos carros e carregarem as mochilas dos alunos até a porta da sala de aula. E eram crianças de 10 anos de idade, totalmente capazes de levarem o seu próprio material! Muitas dessas crianças quando iam para a aula de inglês – que era numa sala separada – esqueciam de levar o livro. É claro, elas estavam acostumadas a ter alguém que fizesse tudo por elas.

Eu conheço adultos que vão ao cinema e assistem a filmes dublados só para não ter o trabalho de ler. Dizem que é difícil ler, que é muito rápido… É claro que é! Se você não lê, você vai perdendo a sua habilidade de ler. E vai ler cada vez pior.

É importante tomarmos as rédeas da nossa vida! Temos que fazer as coisas por nós mesmos. Dá mais trabalho, cansa mais, mas o resultado e o prazer é sempre melhor. E é isso que vale a pena.

Até mais,

Carlos

Dica 454 – A prática vale mais do que o estudo

abril 17, 2012

Uma matéria muito boa que saiu na revista Você S/A deste mês tem muita coisa para a gente pensar sobre o aprendizado de inglês. Tanto que acho que vou escrever várias dicas baseadas nessa matéria. Embora a revista seja voltada aos negócios e a diferentes tipos de profissionais, os seus artigos tem tudo a ver com esse blog.

Se você pensar bem, aprender inglês é como aprender qualquer coisa. Só muda o objetivo do aprendizado. Mas as estratégias que se usam para aprender são muito parecidas. É por isso que muita gente me escreve dizendo que o meu livro e o meu blog as ajudam a aprender outras coisas também. Faz sentido e eu fico feliz em ajudar.

A matéria “Sim, Você Te Experiência” diz que “a prática é a mais rica forma de desenvolvimento pessoal“. Segundo um estudo feito pelo governo britânico, entre 70 e 90 % do que se aprende vêm da prática. Isso não significa que não se deva estudar. Sim, precisamos estudar e bastante. Mas para aprendermos de verdade, precisamos colocar o que estudamos em prática.

Você já percebeu quantas pessoas fazem cursos de inglês? Dessas, muitas chegam ao final do curso e ganham o tão sonhado diploma. E quantas dessas pessoas você acha que são fluentes em inglês? É uma quantidade pequena! Isso não quer dizer que as escolas não sejam boas. Há escolas excelentes por aí. Mas a escola não ensina tudo. Para você aprender de verdade você vai ter que praticar. E isso vai depender mais de você do que da escola.

Eu me formei em engenharia civil na USP alguns anos antes de virar professor de ingles. Estudei muito para entrar na faculdade e estudei mais ainda para sair. Eu consegui sair no número certo de anos e tenho o meu diploma guardadinho – nunca o usei para nada. A engenharia civil tem várias áreas e não dá para você se especializar em todas. Enquanto eu estava na faculdade, eu fiz estágio no IPT durante 4 anos e aprendi muita coisa na área em que eu estava trabalhando, que era a de planejamento urbano. A área de contrução civil, por exemplo, eu estudei nas aulas, mas nunca pratiquei. Nunca entrei numa obra, a não ser nas visitas que fizemos com a faculdade – entre elas a construção do aeroporto de Guarulhos! Quando eu me formei eu sabia muito sobre planejamento urbano, mas quase nada sobre construção de uma casa. E olha que eu passei em todas as matérias. Para você ver que só estudar não faz você aprender. É a prática que faz isso.

Atenção mais uma vez! Eu não estudou dizendo que você não deva estudar! Estudar é a base de tudo. Tanto que aquelas pessoas que aprendem inglês só viajando ou falando nas ruas acabam falando, mas com muitas deficiências. O que eu estou dizendo é a prática vai fazer você colocar em uso o que você estudou. É isso que vai fazer você deslanchar no inglês.

Muitas vezes eu falo com um aluno em inglês fora da sala de aula e ele me diz para falar em português porque a aula não começou. Estaria aí uma ótima oportunidade para ele praticar o inglês, conversando comigo!

Quando eu chego na sala de aula, os alunos estão ali sentados, conversando em português. Eu pergunto por que não conversam em inglês, para irem praticando. Uma grande parte ri da minha ideia “absurda”. Afinal, a aula ainda não começou. Mas é uma oportunidade desperdiçada de treinar o inglês, já que os seus colegas de turma têm o nível de inglês parecido com o seu. Por que não aproveitar?

Praticar o inglês não é estudar gramática ou vocabulário. É usar o inglês falando, lendo, assistindo a filmes, ouvindo música e cantando, jogando video games, e tantas outras coisas que você pode descobrir ou inventar.  Como diz a matéria da Você S/A, “essas situações cotidianas são fundamentais para o aperfeiçoamento”.

Até a próxima,

Carlos

Dica 453 – Diferentes maneiras de aprender – o exemplo de Jim Parsons e Mayim Bialik

abril 13, 2012

Muitas vezes nós não conseguimos aprender alguma coisa e não nos damos conta de que estamos estudando da maneira errada. E qual é a maneira certa? A maneira certa não existe.

Calma! Não se desespere! O que eu quero dizer é que não existe uma maneira certa. Cada pessoa é diferente e cada um tem a sua maneira de aprender. Muitas vezes nós falhamos ao tentar estudar da mesma maneira que o outro, pois aquilo não funciona para a gente.

Quando eu estava no segundo ano da faculdade de engenharia, fiz uma prova de Cálculo onde a maioria dos colegas foi muito mal e eu fui muito bem. Quando chegou a segunda prova, a minha casa encheu de gente que queria estudar comigo. Até os colegas que sempre tiravam as melhores notas apareceram por lá – nem eu acreditei. Acontece que aquele específico tópico da matéria eu consegui estudar de uma maneira que foi ótima para mim. Eu percebi que aquele determinado tipo de equações seguia uma lógica muito parecida com os programas de computador que eu estudava. Segui a mesma lógica e resolvia todas as equações facilmente.

É importante experimentarmos várias maneiras diferentes de estudar. Nós nos sentimos confortáveis fazendo sempre as mesmas coisas, mas se não tentarmos nunca saberemos.

Vejam a entrevista de Jim Parsons e Mayim Bialik, os engraçadíssimos Sheldon e Amy do hilário seriado “The Big Bang Theory”. Nessa entrevista eles falam dos seus processos para decorar as falas do texto. Notem que Jim Parsons diz que ele decora o texto, mas não entende o que está falando muitas vezes.

Eu sempre falo aos meus alunos sobre essa técnica de escrever vocabulário em cartõezinhos – que eu usei muito no meu aprendizado. Tem gente que ri quando eu dou a sugestão, pois acha que dá muito trabalho. Mas muita gente que experimentou teve bons resultados. Então é uma coisa que vale a pena tentar.

Um dos segredos do aprendizado é descobrimos a nossa maneira de aprender!

Até mais,

Carlos

Dica 452 – Os tradutores online

abril 10, 2012

Hoje em dia há muitos serviços de tradutores online. Você escreve a frase em português e consegue a tradução em “inglês”. Ou consegue traduzir qualquer coisa de qualquer língua para outra.

Você percebeu que eu escrevi “inglês”, entre aspas? É porque o que você obtém com essas traduções não é inglês de verdade. Você pode pensar que é, e pode até se parecer com inglês, mas aquilo não é inglês. A tradução é feita palavra por palavra, ao pé da letra, e o resultado é lamentável. Como eu já escrevi uma vez antes, colocar um monte de palvaras em inglês juntas não forma necessariamente uma frase em inglês.

Recentemente estive com a minha família em Porto Alegre, e fomos fazer um passeio de barco pelas águas do Guaíba, um passeio lindo por sinal. O barco tinha um serviço de auto falantes que ia narrando o passeio. Os trechos eram narrados em português e depois em “português traduzido”. Eles tiveram a intenção de fazer a narração em inglês, mas o inglês era tão ruim que uma pessoa que só falasse inglês teria ficado sem entender muita coisa. Dava para se perceber claramente que aquela tradução havia sido feita num desses tradutores online. Além de haver muitas palavras erradas, havia muitas frases sem sentido. Sem falar na pronúncia da narradora, que era muito ruim, dificultando a compreensão para um visitante estrangeiro.

Traduzir algo de uma língua para outra é um trabalho muito difícil e por isso existem profissionais especializados nisso. Para ser um tradutor, é preciso estudar muito e praticar muito. Isso sem falar nos conhecimentos necessários, pois o tradutor precisa entender o que está traduzindo e conhecer o vocabulário específico – nas duas línguas. Eu, por exemplo, sou fluente em inglês, mas não sei traduzir.

Para a maioria das pessoas que quer apenas aprender inglês, traduzir de uma língua para a outra não adianta nada. Na hora de você falar com alguém ou de escrever um texto você não vai pensar numa língua, traduzir para a outra e depois falar ou escrever. É muito mais importante você conseguir pensar diretamente no idioma que você vai usar.

Sim, no começo é difícil, mas depois de vencida a barreira inicial tudo fica mais fácil. É questão de treino.

Por isso, fuja dos tradutores online ou dos dicionários que dão a tradução. Mesmo que você seja um aluno iniciante, procure sempre pesquisar as palavras num dicionário inglês-inglês, onde você lê a explicação e os exemplos em inglês. Pode ser que você não entenda tudo no início, ou mesmo que não entenda nada da explicação, mas com o tempo vai entender mais e mais. E você pode procurar em mais de um dicionário, ler as definições e exemplos até começar a entender o que a palavra significa.

Isso acontece também em português. Às vezes você vai procurar o que significa uma palavra e não entende a explicação. Veja por exemplo o que eu achei quando fui procurar no dicionário a palavra tardigradismo: é a qualidade do que é tardígrado. Dá para perceber que essa definição não ajudou em nada. Mas aí fui procurar a palavra tardígrado e achei: que anda devagar, que caminha lentamente. Veja que basta você procurar um pouco mais que acaba descobrindo. E é uma excelente maneira de melhorar o seu vocabulário.

Pensar em inglês e entender inglês não é difícil. Basta você querer e tentar.

Até a próxima,

Carlos

Dica 451 – Boa Páscoa, praticando o seu inglês!

abril 4, 2012

Com a chegada da Páscoa, aqui vão alguns links para você treinar o seu inglês enquanto aprende um pouco de vocabulário e conhece um pouco sobre os costumes da Páscoa em outros países:

“The Easter Beagle”:

“Peppermint Patty and Marcie Trying to Color Easter Eggs”:

“Inside an Easter Egg”:

Há muitas outras coisas que você pode encontrar por aí. Basta colocar a sua curiosidade para funcionar.

Boa Páscoa e até a próxima,

Carlos

Dica 450 – Aprenda os estados americanos e suas capitais cantando

abril 4, 2012

Eu gosto de desafios. Tentar fazer algo difícil é estimulante e divertido. Mesmo que a gente demore para conseguir, é uma excelente experiência e sempre faz a gente crescer e aprender. Por isso, vou passar para você esse desafio: aprender os nomes dos 50 estados americanos e de suas capitais.

Aprender um pouco da cultura americana é importante para aprender a língua, e conhecer os estados que formam os Estados Unidos ajuda a aprender a cultura do país – ou pelo menos é uma curiosidade. Além disso, falar os nomes dos estados e das capitais é bom para praticar os sons em inglês.

A música “Wakko’s America” faz parte do desenho animado “Animaniacs”, produzido por Steven Spielberg, que passou na TV nos anos 90. O seriado é bem bacana e engraçado. A música é bem rápida e você vai precisar de bastante prática até aprender – daí o desafio.

Aqui está o clipe original da música:

Neste vídeo você encontra a letra, para poder cantar junto. Note que a palavra “capital” aparece escrita errada:

E aqui vai a versão em karaoke, para você cantar sozinho:

Eu já avisei desde o início que a música era difícil. Não fique chateado se demorar para aprender. Demora um pouco, mas com bastante treino você chega lá. E depois de aprender a cantar, veja se consegue se lembrar dos nomes dos estados e das capitais. Eu consigo cantar a música, mas se você me pergunta qual a capital de um determinado estado às vezes preciso cantar a música inteira para saber. Mas uma hora eu vou consiguir. Eu sei que vou!

Há outros clipes do programa “Animaniacs” no youtube. Procure e divirta-se!

Até a próxima,

Carlos


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