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Dica 621 – Dica do James Kennedy de músicas boas para aprender inglês

agosto 16, 2015

Eu já disse muitas vezes que gosto musical é uma coisa muito pessoal. Não é porque eu acho que uma música é linda e maravilhosa que você também vai achar. E é por esse motivo que é difícil sugerir uma música boa para aprender inglês. Na realidade, todas são boas – basta você gostar da música e se esforçar para aprendê-la corretamente (Eu já escrevi dicas sobre como fazer isso).

No meu livro “Aprenda Inglês Cantando e Aprenda a Cantar em Inglês”, eu dou dicas de como achar músicas que você goste para aprender determinadas estruturas gramaticais. Isso pode ser bastante útil.

Eu recebi um comentário muito simpático aqui no blog do leitor James Kennedy, onde ele dá dicas de músicas que ele acha boas para aprender inglês. Compartilho o comentário dele com você:

“Olá. Curti muito seus conselhos, Carlos. Parabéns pelo trabalho. Eu canto em inglês há bastante tempo, e eu quero só indicar umas músicas pro pessoal que eu considero faceis de cantar. Elas são:
“Imagine” do John Lennon
“Feeling Good” do Michael Bubblé
“Skyscraper” da Demi Lovato
“Be Alright” do Justin Bieber
“Every Breaking Wave” do U2
“Demons” do Imagine Dragons
“The Scientist” do Coldplay
“Little Things” do One Direction
“Wide Awake” da Katy Perry
“Stay” da Rihanna
“Enchanted” da Taylor Swift
“Someone Like You” da Adele
“Calling All Angels” do Lenny Kravitz

Bom, é isso ai… Essas são algumas músicas que eu indico pra quem quer começar a cantar em inglês. Dentre essas ai, as primeiras que eu cantei foram a do John Lennon e a do Coldplay. Lindas e facílimas de cantar.
Isso ai.. Boa sorte, galera!

E obrigado, Carlos..🎵🎵😎”

Para quem quer cantar e não sabe por onde começar, que tal começar pela lista do James? Eu, particularmente, adoro a música “The Scientist” do Coldplay. Fiz até um vídeo onde eu a canto. Vou mostrar, mas desculpem as desafinadas… Foi o meu primeiro vídeo cantando:

Obrigado, James, pela ajuda. E quem tirar mais dicas e comentários, mande para mim, que eu publico.

Até a próxima,

Carlos

Dica 561 – Um exemplo para não seguir

julho 17, 2013

Eu sempre gosto de dar exemplos de maneiras diferentes de estudar e aprender. Digo sempre que não existe uma maneira única de aprender e que o importante é tentar de vários modos diferentes até descobrir o que funciona melhor para você. Por isso costumo compartilhar as histórias de sucesso de outras pessoas.

Hoje vou contar uma história ao contrário. É  um exemplo a não seguir e que muita gente faz. Será que você também é assim?

Há alguns anos tive um aluno – não vou identificá-lo por motivos óbvios – num curso intermediário. Este aluno trabalhava para uma empresa americana, onde falar inglês bem era muito importante. Muitas vezes viajava para o exterior a trabalho e tinha um bom contato com o inglês. O seu nível de inglês era bom o suficiente para se comunicar e entender, mas ele queria melhorar. Por isso estava num curso intermediário.

Você já percebeu quantas pessoas atingem um certo nível de inglês e dali não vão mais para frente? O que acontece é que eles acham que já sabem inglês e que não precisam se esforçar mais. Isso é muitíssimo comum.

Este aluno ia às aulas e participava delas, mas faltava bastante, e raramente estudava em casa. Não fazia a lição de casa e não procurava tirar as dúvidas na sala de aula. Durante o semestre em que fez o curso, o seu inglês não melhorou muito. Ele não chegou a aprender as estruturas novas. O seu inglês continuava igual ao que estava quando o curso começou.

O curso tinha uma parte importante dedicada a aprender a escrever em inglês melhor. Os alunos faziam a mesma redação várias vezes, e eu ia dando feedback de como eles poderiam melhorar a maneira de escrever. Os alunos que faziam todas as etapas do processo, acabavam escrevendo muito melhor. Esse aluno no entanto, não fez todas as etapas. Entregou apenas uma redação no final do curso, sem eu ter a chance de ajudá-lo a melhorar. Ou seja, seu resultado foi muito abaixo do esperado.

Durante o curso, várias vezes eu tentei conversar com ele, sugerir que estudasse mais e dar dicas de que conteúdos ele deveria estudar e tentar praticar mais. Mas, por motivos vários, este aluno não fez isso.

Quando acabou o semestre, o aluno acabou sendo reprovado no curso. Isso não significa que esse aluno não saiba nada de inglês. Isso significa que esse aluno não atingiu o nível proposto pelo curso. Embora o curso fosse intermediário, o inglês desse aluno não estava no nível intermediário. Você já pode adivinhar a reação do aluno. Ficou bravo comigo, disse que a avaliação não era justa e que ele merecia passar. Eu, então, apontei as suas deficiências – como já tinha feito durante o curso. Nesse momento, ele me saiu com este comentário:

“Se o meu inglês fosse tão ruim quanto você diz, eu não estaria trabalhando numa empresa americana!”

Vejam, eu nunca disse que o inglês dele era ruim. O que eu disse é que o inglês dele não havia progredido até chegar ao nível almejado pelo curso. Ele continuava com um inglês simples. E não admitia que precisava melhorar.

Eu já disse inúmeras vezes que para se aprender o mais importante é a atitude em relação ao aprendizado. Se você não se esforçar e não se dedicar, nada vai acontecer. Por que então você faz um curso intermediário se no fundo você acredita que aquele inglês básico que você tem já é o suficiente para você se virar?

O mais interessante é que, anos depois, esse aluno me adicionou como amigo no facebook. E através do facebook eu acabo acompanhando as suas viagens pelo mundo. Sempre que ele viaja, ele publica fotos e escreve sobre elas em inglês. E o seu inglês continua tendo uma série de erros, alguns até bem básicos. Daí podemos ver que, passados vários anos, o seu inglês ainda não melhorou e ele ainda continua fazendo os mesmos erros que fazia.

Errar não é um pecado. Todo mundo erra. No entanto, é importante tentarmos aprender com os nossos erros. E tentarmos corrigi-los. Principalmente se o seu objetivo é falar inglês melhor. Quando um professor corrige um aluno, ele não o está criticando. Ele está mostrando o que está errado para que o aluno possa melhorar.

Eu escrevi num dos primeiros posts do blog que você pode escolher o inglês que você quer falar. Se você quer ter um inglês bom apenas o suficiente para se virar, tudo bem, é uma escolha sua. Mas se você escolher ter um inglês melhor, o que você vai fazer por isso?

Nesse aspecto, como sempre, tudo começa pela sua atitude.

Até mais,

Carlos

Dica 546 – Aprenda vocabulário online

abril 23, 2013

Existem muitos sites onde você pode aprender vocabulário online. É difícil conhecer todos, e há sempre novidades nesse meio tão fascinante de aprender que é a internet. Vale a pena conhecer e dar uma olhada de vez em quando. Você pode aprender palavras e expressões novas, que sempre vem acompanhadas de exemplos e de situações onde essas palavras são usadas.

Aqui vão alguns exemplos.

No site Learners TV você encontra uma série de vídeos organizados por assunto, onde há muito material com vocabulário variado, bons exemplos e histórias sobre as origens de muitas expressões. Veja aqui o índice, que você pode usar como um ponto de partida:

http://www.learnerstv.com/Free-Language-Video-lectures-ltv199-Page1.htm

Aqui há um exemplo de um vídeo ensinado o vacabulário relativo a Outdoors:

Os vídeos da série English with Jennifer também são muito bons. Dê uma olhada no canal do youtube:

Aqui estão alguns exemplos de vídeos interessantes:

Indicate:

Accurate:

Appropriate:

Aprender vocabulário novo é sempre bom e quanto maior o seu vocabulário, maior é a sua competência no inglês. Mas não basta aprender palavras novas. Você precisa saber com o usá-las e incluí-las no seu vocabulário ativo, aquele que você usa no seu dia-a-dia.

Esses vídeos – e outros mais que você pode encontrar –  podem dar uma boa ajuda.

Até mais,

Carlos

Dica 544 – Dica do Tiago para treinar a ortografia

abril 9, 2013

Recebi essa dica muito boa do meu amigo e ex-aluno Tiago Novais, que disse que usou essa técnica para melhorar o seu espanhol. É uma dica simples, fácil de usar, mas absolutamente eficiente.

Sabe quando você está digitando um texto no computador – usando o Word por exemplo, e você comete um erro de ortografia? O seu editor de texto imediatamente sublinha aquela palavra com uma “minhoquinha” vermelha, mostrando que está escrita de maneira errada. Se você clicar nela com o botão direito do mouse, vai aparecer a grafia correta. Basta você clicar na palavra certa e automaticamente o texto estará corrigido.

Aí está a dica do Tiago: Não faça isso! Leia a grafia correta. Depois apague a palavra errada e digite novamente a palavra, desta vez corretamente. O fato de você escrever a palavra vai ajudar você a guardar a grafia correta dela.

Às vezes o caminho mais fácil não é o melhor. Claro que se você clicar na grafia correta, o texto já se corrige, mas você não terá a chance de treinar a maneira de escrever a palavra. É mais rápido, mas não mais eficiente. Como eu sempre digo, a melhor maneira de aprender é a tentativa e erro. Errar, corrigir e tentar mais uma vez leva a aprender muito mais.

Aproveite essa dica e melhore cada vez mais o seu inglês! E se você tiver alguma dica boa para aprender inglês, faça como o Tiago. Mande para mim, que eu publico aqui – e dou o crédito a você, é claro.

Até mais,

Carlos

Dica 528 – Faça frases com as palavras novas

janeiro 7, 2013

Um dos grandes desafios para quem está estudando uma língua nova é aprender vocabulário. É muito comum aprendermos palavras novas para logo em seguida esquecê-las. Se você pegar um livro antigo que você estudou há algum tempo e der uma folheada nas páginas, com certeza vai encontrar várias palavras que estudou – e que sabia na época – mas que já não se lembra mais.

O que acontece muitas vezes é aquela velha história que eu já falei tanto aqui. Muitas vezes nós estudamos para a prova, mas não para nós mesmos. Ainda carregamos dentro de nós aquela ideia errada de que temos que aprender para ir bem na prova. Depois que fomos bem na prova, esquecemos o que tínhamos estudado.

Ninguém aprende inglês para a prova. A gente aprende inglês para saber inglês, para saber falar. E ter um vocabulário maior e mais amplo nos auxilia a nos expressarmos melhor. O que diferencia um bom falante de inglês de um mais ou menos é uma maior amplitude de vocabulário.

Você precisa aprender as palavras para você, para saber usá-las e para saber em que contextos elas podem ser usadas. Não adianta decorar uma lista de palavras, com suas definições. Uma palavra isolada é vazia. O fundamental é você saber usar essas palavras.

Uma ideia que eu já dei foi a de fazer cartõezinhos com as palavras de um lado e as definições (em inglês) e exemplos do outro. (Veja a Dica 12).

Esta dica vai mais além. Depois de você aprender a palavra e ver exemplos de como usá-la, procure criar frases com a palavra que aprendeu. Não crie uma ou duas, mas crie muitas frases usando essa palavra em diversos contextos. Se não conseguir, olhe num dicionário e veja os exemplos que lá aparecem. Depois tente criar os seus próprios exemplos.

Faça esse exercício muitas vezes. Cada vez que repetir, tente formar frases diferentes. Quanto mais variedade de frases você conseguir formar, mas você vai aprender a lidar com a palavra.

Depois de você estudar a palavra e tentar usá-la em diversos contextos, você vai sentir que a palavra vai começar a soar mais natural para você. E aos poucos você vai começar a usá-la naturalmente em situações que aparecem na sua vida. Nesse caso, dizemos que a palavra já pertence a você, ou seja você já é dono desta palavra para usar na sua vida.

Claro que isso dá trabalho, mas também dá excelentes resultados. E lembre-se de que para aprendermos algo precisamos nos esforçar e praticar bastante.  Se você se dedicar, conseguirá aprender qualquer coisa.

Até mais,

Carlos

Dica 455 – Tome as rédeas do seu aprendizado

abril 18, 2012

Saiu um artigo muito bom escrito pela psicóloga Rosely Sayão no caderno Equilíbrio da Folha de São Paulo do dia 17 de abril de 2012. Nele ela comenta, um tanto indignada, que com a correria do mundo moderno, hoje as pessoas contratam profissionais para fazer tudo por elas. No caso, ela fala de um serviço que faz tudo para casais grávidos, desde organizar tudo na casa, tirar fotos e até atender os desejos da mulher grávida no meio da madrugada. Com tantos serviços terceirizados, o casal nem curte a gravidez. Não é divertido tirar as fotos da barriga da mulher crescendo e ir mostrando aos amigos? Não faz parte da vida de marido sair de casa para atender o desejo da sua amada? Qual a graça de deixar outros fazerem tudo para você? Como pergunta Rosely no final do seu artigo: “Por que mesmo as pessoas querem ter filhos?”.

Essa é uma tendência do mundo moderno, infelizmente. Nós estamos deixando de fazer muitas coisas, e por isso mesmo nos tornando cada vez mais incapazes de fazê-las.

As pessoas que são muito ocupadas e que fazem muitas coisas diferentes no mesmo dia sempre conseguem fazer mais se for preciso. Outras que fazem tão pouco não conseguem tempo para mais nada. Isso é bem sintomático. Quanto mais a gente faz, mais conseguimos fazer. E vice-versa.

Vamos falar sobre aprender inglês agora. Eu não me canso de falar que para você aprender, você precisa agir. Não adianta alguém agir para você. Não dá para alguém aprender por você. Aprender é um processo solitário. Mesmo que você estude com alguém e pratique com alguém, é você quem vai aprender a sua parte. Quando a “ficha cai”, ela cai dentro da sua cabeça.

Numa sala de aula, às vezes um aluno não consegue fazer um determinado exercício e copia a resposta de outro aluno. Ele terceirizou a sua resposta, mas não aprendeu. Quando ele precisar falar aquilo ele não vai saber. Eu tinha um aluno, executivo de uma multi-nacional, que pedia para a sua secretária escrever as suas redações. As redações eram ótimas, mas eu não vou trabalhar para ler redações ótimas – para isso eu leio livros na minha casa. Eu vou trabalhar para ler redações que ainda não estão muito boas e ajudar os alunos a melhorá-las. Isso fará com que eles aprendam a escrever. Esse meu aluno nunca vai escrever um e-mail ou relatório profissional. Sempre vai precisar que a secretária escreva por ele. É uma pena, pois se ele aprendesse seria muito melhor para ele. Será que quando ele viajar para o exterior vai levar a secretária junto para servir de intérprete? Não seria melhor ele falar sozinho?

Eu dei aula num colégio particular de alto nível e via babás e motoristas descerem dos carros e carregarem as mochilas dos alunos até a porta da sala de aula. E eram crianças de 10 anos de idade, totalmente capazes de levarem o seu próprio material! Muitas dessas crianças quando iam para a aula de inglês – que era numa sala separada – esqueciam de levar o livro. É claro, elas estavam acostumadas a ter alguém que fizesse tudo por elas.

Eu conheço adultos que vão ao cinema e assistem a filmes dublados só para não ter o trabalho de ler. Dizem que é difícil ler, que é muito rápido… É claro que é! Se você não lê, você vai perdendo a sua habilidade de ler. E vai ler cada vez pior.

É importante tomarmos as rédeas da nossa vida! Temos que fazer as coisas por nós mesmos. Dá mais trabalho, cansa mais, mas o resultado e o prazer é sempre melhor. E é isso que vale a pena.

Até mais,

Carlos

Dica 452 – Os tradutores online

abril 10, 2012

Hoje em dia há muitos serviços de tradutores online. Você escreve a frase em português e consegue a tradução em “inglês”. Ou consegue traduzir qualquer coisa de qualquer língua para outra.

Você percebeu que eu escrevi “inglês”, entre aspas? É porque o que você obtém com essas traduções não é inglês de verdade. Você pode pensar que é, e pode até se parecer com inglês, mas aquilo não é inglês. A tradução é feita palavra por palavra, ao pé da letra, e o resultado é lamentável. Como eu já escrevi uma vez antes, colocar um monte de palvaras em inglês juntas não forma necessariamente uma frase em inglês.

Recentemente estive com a minha família em Porto Alegre, e fomos fazer um passeio de barco pelas águas do Guaíba, um passeio lindo por sinal. O barco tinha um serviço de auto falantes que ia narrando o passeio. Os trechos eram narrados em português e depois em “português traduzido”. Eles tiveram a intenção de fazer a narração em inglês, mas o inglês era tão ruim que uma pessoa que só falasse inglês teria ficado sem entender muita coisa. Dava para se perceber claramente que aquela tradução havia sido feita num desses tradutores online. Além de haver muitas palavras erradas, havia muitas frases sem sentido. Sem falar na pronúncia da narradora, que era muito ruim, dificultando a compreensão para um visitante estrangeiro.

Traduzir algo de uma língua para outra é um trabalho muito difícil e por isso existem profissionais especializados nisso. Para ser um tradutor, é preciso estudar muito e praticar muito. Isso sem falar nos conhecimentos necessários, pois o tradutor precisa entender o que está traduzindo e conhecer o vocabulário específico – nas duas línguas. Eu, por exemplo, sou fluente em inglês, mas não sei traduzir.

Para a maioria das pessoas que quer apenas aprender inglês, traduzir de uma língua para a outra não adianta nada. Na hora de você falar com alguém ou de escrever um texto você não vai pensar numa língua, traduzir para a outra e depois falar ou escrever. É muito mais importante você conseguir pensar diretamente no idioma que você vai usar.

Sim, no começo é difícil, mas depois de vencida a barreira inicial tudo fica mais fácil. É questão de treino.

Por isso, fuja dos tradutores online ou dos dicionários que dão a tradução. Mesmo que você seja um aluno iniciante, procure sempre pesquisar as palavras num dicionário inglês-inglês, onde você lê a explicação e os exemplos em inglês. Pode ser que você não entenda tudo no início, ou mesmo que não entenda nada da explicação, mas com o tempo vai entender mais e mais. E você pode procurar em mais de um dicionário, ler as definições e exemplos até começar a entender o que a palavra significa.

Isso acontece também em português. Às vezes você vai procurar o que significa uma palavra e não entende a explicação. Veja por exemplo o que eu achei quando fui procurar no dicionário a palavra tardigradismo: é a qualidade do que é tardígrado. Dá para perceber que essa definição não ajudou em nada. Mas aí fui procurar a palavra tardígrado e achei: que anda devagar, que caminha lentamente. Veja que basta você procurar um pouco mais que acaba descobrindo. E é uma excelente maneira de melhorar o seu vocabulário.

Pensar em inglês e entender inglês não é difícil. Basta você querer e tentar.

Até a próxima,

Carlos